Nostalgia e ponto

Taisa Lira | Follow Me! | Quarta-feira, 28 Maio 2008

Se você quer algo, se você quer realmente algo, você faz e acontece e ponto. Tive um dos feriados mais atribulados da minha vida. Não descansei um segundo… mas não reclamo, nem por isso o meu feriado foi ruim! Confesso não estar tendo uma semana fácil, por conseqüência do mesmo… Ai que falta me faz uma boa noite de sono, sem hora pra acordar!

Mas aconteceram coisas importantes. Fui premiada a fazer trabalhinhos (lhões) de faculdade que só me tiraram as minhas manhãs ensolaradas, por madrugadas na frente de um computador.

Só posso dizer que o clima nostálgico me salvou. Reencontrei amigos da escola, para uma churrascada bimestral, como ficou combinado daqui pra frente. E chacoalhando os pezinhos na piscina, conversamos sobre o rumo que cada um estava tomando e relembrando os bons momentos (e idiotas) que passamos juntos.

Seguido de um lual com pessoas que eu nunca vi na minha vida! Mas eu pude desfrutar de uma coisa que não se vê muito hoje, não com tanto respeito e tanta afinidade: pessoas totalmente desconhecidas conversando cantando numa paz, num entrosamento nato e num sereno abençoado! (Se não fosse a dor de garganta que eu ganhei com ele.)

Pausa. Respiro fundo. Fui ver Indiana Jones com minha família, e estou decepcionada com Steven Spielberg que tentou fazer uma colagem das melhores e impossíveis coisas que o Indy saberia e poderia fazer, bateu num liquidificador mais suas teorias de vida em outro planeta e o resultado foi um exagero de informação, amenizado por efeitos especiais lindos (nisso ele nunca erra) mas que me deram embrulho se não fossem Harrison Ford e Cate Blanchett pra me prender ali.

Por fim um show que eu estava com um aperto no coração de tanta saudade! A trupe do Teatro Mágico se apresentou aqui em Santos no sábado com o pré-lançamento do segundo trabalho, o 2° Ato. Regado de músicas agora muito mais fortes! É arte a flor da pele! Fui em companhia de uma grande e melhor amiga, e quando ele tocou uma certa música, foi inevitável segurar a mão dela forte e mesmo rouca e doente ter forças pra dizer “faz da lágrima o sangue que te deixa de pé”.

E foi a nostalgia o meu melhor remédio
Não melhorei da dor de garganta, nem da pilha que estou por causa do final do bimestre.
Mas quanto mais a gente vive, mais a gente aprender

E reviver, nos faz abrir tanto os olhos pra oque está bem diante no nosso nariz…

 

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