Waaaaaaaaaall eeee

Taisa Lira | Curiosidades, Filmes, Follow Me!, Vídeos | Domingo, 27 Julho 2008

Na minha última semana de férias baixou uma renca de familiares aqui em casa. Até ontem, minha casa estava mais pra cortiço do que para o meu lar doce lar. Mas foi divertido, e agora até dá um vazio de não tropeçar em malas, colchões de ar e chinelos.

Mas ontem à noite, num papo cabeça, entre engenheiros químico, físico e mecânico, programadores, donas de casa, economista e uma singular artista (eu), eis que caímos no papo mais clichê e obrigatório nos dias atuais que é o meio ambiente. Dos tucanos enjaulados, a balada sustentável, a resolução de todos os nossos problemas e propostas terminava na mesma coisa: acumulo de lixo.

Acabar como Wall-E então?. Pela primeira vez na noite toda eu tive uma brecha na conversa… (Eles só falavam em mecânica, cinética, cloreto, iodeto, carboneto. Eu resolvi apagar tudo isso da minha cabeça depois do vestibular. Vezes, me arrependo.)
O caso é: Pra quem viu encantador-mágico-perfeito-maravilhoso Wall-E, o personagem mais cativante que a Pixar já inventara, ao final do filme, fica com uma ponta de preocupação, porque sabe que se nada for feito, logo terminaremos como eles. Tendo que se mandar terra porque não há mais espaço pra tanto lixo. E até agora eu não ouvi falar em cruzeiro espacial que vá nos salvar.

WallE e Eva

No papo-família, encerramos por aí. Começamos a ficar sem saída. Está faltando espaço na terra para tanto lixo não degradável, e o ser humano insiste em embalagens plásticas e químicas tóxicas. O nosso consumismo desenfreado, só gera mais e mais lixo. E não há como se livrar disso; Incinerar, jogar no fundo mar é tapar o sol com a peneira.

E no cinema, pode parecer um futuro distante. Mas pra mim ele está cada vez mais próximo. Cabe a todos nós, nos humanizarmos mais com o planeta. Pequenas mudanças agora podem significar uma grande transformação mais adiante. O negócio é não ficar esperando faltar pra começar a remediar. Desde a boa e velha economia de luz e água, a boa vizinhança das caronas e transportes públicos. Separe seu lixo, consuma menos carne, substitua as sacolas de plástico. Tome providências! Não é tão difícil, é?

Dois vídeos para sua consciência ambiental. Importantes e muito bons:

Joker X Dark Knight

Taisa Lira | Filmes | Domingo, 20 Julho 2008

Sexta feira à noite, mega atrasada, porque fiquei tagarelando na mesa do jantar, eu corro pra tentar pegar a estréia de Batman - O Cavaleiro das trevas. Impossível. Ingressos esgotados e uma fila quilométrica. Ficou pro sábado à tarde.

O Homem Morcego é meu preferido, digamos que por herança do meu pai. Sempre me contava sobre, e desde então se tornou o primeiro no pódio dos justiceiros. Por não ter super poderes e sim força, determinação, treinamento e muita, mas muita grana para equipamentos de alta tecnologia. Rá!

Batman - O Cavaleiro das Trevas

O primeiro da série de Christopher Nolan, Batman Begins, traz a tona toda a realidade e peso inexistentes nas direções de Tim Burton e Joel Schumacher ( Das antigas tentativas do filme do herói). E toda essa fórmula que deu tão certo no primeiro, está em alta dosagem na sequência.

Tudo que eu tente falar sobre o Cavaleiro das Trevas, eu me comportaria como uma desmancha prazeres. Eu fervi os 152 minutos. Trucidei a mão do namorado enquanto as coisa explodiam. Respirei fundo com toda a situação dos civis de Gotham. Soltei até um palavrão alto, quando um caminhão capota na vertical. Me reduzi a pó com a atuação de Heath Ledger (Estou frustrada ainda por sua morte).

Coringa/Joker, por Heath Ledger

O Filme é espetacular! È a prova mais concreta que blockbusters PODEM ser inteligentes, podem abusar de bons ângulos, bons textos e princípios, e podem (e devem) de vez em quando deixar tantos efeitos especiais de lado.

As críticas confimar tin-tin por tin-tin, mas eu ainda lhe digo que você deveria conferir por si mesmos. Mas não vá acompanhado de crianças. As que eu vi saindo do cinema não entenderam nada do filme. É de se esperar. O coringa é de botar medo, ruim e sem dó. E o Christian Bale (Batman/Bruce Wayne)… é muito testosterona para compreensão delas! Hahhahaha

Família Jolie-Pitt

Taisa Lira | Curiosidades | Sábado, 19 Julho 2008

Depois dos três adotivos, Maddox Chivan, do Camboja, Zahara Marley da Etiópia, Pax Thien natural Vietnamita, e da primeira filha biológica, Shiloh Nouvel, que nasceu na Namíbia, África, na família Jolie-Pitt sempre há espaço para mais!
Knox Leon e Vivienne Marcheline, os mais novos filhos do casal nasceram em Nice, no sul da França, sábado passado, onde Brad Pitt, segundo o médico que fez a cesariana, foi seu ajudante e até cortou o cordão umbilical dos gêmeos.
A primeira foto dos novos Jolie-Pitt foi negociada com o folhetim People por 11 Milhões de dólares, que serão revertidos, como de costume, para uma causa humanitária.
A família vive, atualmente, na França, por conta da falta de privacidade que tinham nos Estados Unidos, e dizem os boatos que Angelina estaria cogitando uma nova adoção.
Mas o mundo (e eu) não vê a hora de conhecer os mais novos bebes mais lindos do mundo!

Segue uma caricatura minha. Da Super Angelina ;D

Caricatura Angelina Jolie

Bem Louca II

Taisa Lira | Follow Me! | Quarta-feira, 16 Julho 2008

Segunda escala: Far far away (o mais longe e desabitado que você possa imaginar). Estradinha de terra, mato, cerrado, mato, vaquinhas desnutridas, cerrado. Entre Luziânia e Brasília, num vilarejo capenga moram meus queridos avós, os quais eu vejo com muita pouca freqüência…

Explicar o porquê de eles morarem em Tão tão distante, não é uma história curta, e também nem um pouco necessária pra vocês entenderem a minha frustração de passar mais de uma semana das minhas férias num lugar desses. Repetindo a descrição: Estradinha de terra, mato, cerrado, mato, vaquinhas desnutridas, cerrado. Pra dar gosto coloquem: vento, poeira, uma seca maldita de centro-oeste, frio e uma televisão.

O pior aconteceu! Eu comecei acompanhar a novela das 21h e já to torcendo pra Débora Secco apanhar e pro Kauê Reymond me dar um beijo na boca (Porque uma boca daquela, não existe!). Comecei a ler, mas o livro tinha uma história tão empolgante que me dava vontade de pular o portão, montar num dos cavalos ossudos e desbravar os mistérios do mundo! No geral, comi feito uma porquinha. Minha avó me entupiu dos melhores quitutes, principalmente de pudim de leite. E num ato de desespero, até dos tomates que colhi na horta, tirei foto pra me distrair.

Até que veio a salvação! Um dia no centro! Na civilização! Em Brasília! Não que seja a minha favorita civilização, mas era a única que eu tinha a disposição. Fui rever uma amiga, demos boas risadas, prometi voltar com mais tempo. Comprei uma sandália à preço de banana e mais umas tranqueirinhas na Feirinha da Torre (Se você vier a Brasília, TEM que vir a esse lugar).

Vezes, me sinto uma idiota reclamando tanto desse lugar. Tenho que me colocar no lugar dos outros. Mas assim, enfim, quem sabe, com muita fé, isso muda logo. Eu volto amanha, mas eles… Ainda não.

Bem Louca

Taisa Lira | Follow Me! | Sábado, 12 Julho 2008

E eu mal consigo o meu querido computador de volta e já tenho que me mobilizar para uma viagem. Duas escalas!

Primeiro parei no interior de São Paulo, numa cidadezinha chamada Casa Branca (dispenso piadinhas). Morei lá por um tempo e além dos parentes, restaram bons amigos. Sempre fico pouco tempo, nunca dá pra visitar todos. Dessa vez eu estava sem a minha prima Toddynho (A Mari, companheira de aventuras), então o jeito foi correr contra o tempo, sozinha.

Na minha primeira manhã na cidadela eu e toda a minha exaltação por um dia ensolarado me fizeram dar um passeio de bicicleta! Mas cortaram meu barato, depois de uma pequena “queda” que sofri… Foi até bem engraçado, só que depois o joelho latejava de dor nas noites frias.

Mas até esqueci dele quando reencontrei minhas amigas. Continuam divertidíssimas! Daquele jeito acanhado de interior, mas nada que uma sessão de fotos na garagem não nos faça soltar a franga e relembrar as molecagens de escola. Ainda mais quando eu apareci lá com um álbum de fotos comprometedor…

Pra night: os meus amigos beberrões de sempre, vinho barato e um violão. O cenário era de filme de terror. Uma ponte numa estrada de terra sob um trilho de trem e pouca iluminação. Mas as estrelas valiam à pena. Assim como por do sol do dia anterior.
Sobraram-me umas aulas de xadrez e uma visita a um antigo casal de amigos da família. Muitas risadas e muitas boas recordações.

Mas pra despedida ficam os extremos. De melhor, as doses duplas de Adrena Shock de canela que me deixaram bem louca, relatos de besteiras, batata recheada, papos cabeça e planos para a próxima visita. De pior, só na hora de dizer tchau. De novo, só no final do ano…

O Oratório de Aurélia

Taisa Lira | Arte, Teatro | Sábado, 28 Junho 2008

Num domingo sem graça, sem cor, e sem ter o que fazer, eis que eu olho pra minha cômoda e vejo um postal que peguei no Sesc da ultima vez que passei por lá. Dizia “L’Oratório D’Aurélia – dias 14 e 15” Hoje era dia 15, e eu de bobeira ali. Porque não, Não? Foi coincidência demais quando meu namorado me ligou e disse “ Tá afim de ver a peça da neta do Charles Chaplin”. Já que estávamos falando da mesma coisa, e ambos na mesma situação entediante de domingo… Porque não, não?

Tanta gente conhecida num mesmo lugar. Gente importante no teatro daqui da cidade. E eu idiota não acreditava que tinha passado pela minha cabeça trocar uma peça daquelas por um cineminha. Eu estava na maior expectativa, e com toda a certeza e convicção ela superou qualquer uma.

Filha e neta de Charles Chaplin, Victoria Thierrée Chaplin e Aurélia Thierrée Chaplin respectivamente encantam do início ao fim. A mãe na direção e criação, a filha no palco. Sem uma palavra, faz você rir, chorar, se emocionar, aplaudir o espetáculo ainda pela metade! Se trata de um mundo todo as avessas, situações improváveis e personagens desconexos. E quase como um show de mágica, tomado pela ilusão, por uma poesia ao mesmo tempo sublime e profunda. Os olhos falam, o corpo desmontável fala. Uma combinação perfeita de efeitos visuais, sofisticadas marionetes, dança e magia circenses, que eleva espectadores de todas as idades ao mundo dos sonhos e do absurdo. Divertido e emocionante.

L'Oratório D'Aurélia

Aurélia mexeu comigo. Pernas, braços, orelhas, olhos, boca, mente. Tudo formigava ao fim da peça. Eu tinha um choro contido na garganta. Não conseguia achar algo que descrevesse tudo o que tinha visto. Ela tinha me feito ver que eu era um Aurélia também. Desconcertada, do avesso, tentando se encaixar no mundo. E por isso eu não conseguia pensar em nada. Faltou ar, faltou chão.

E eu poderia tecer mais rendas e elogios possíveis a esse belíssimo espetáculo. Mas não hesitem, abaixo seguem as próximas datas da turnê Brasil. Deixe-se levar, e pergunte a você mesmo.

Porque não, não?

28 e 29 de junho – Recife, PE, Teatro da UFPE
9 e 10 de julho - Belo Horizonte, MG, Grande Teatro do Palácio das Artes
13 de julho – Rio de Janeiro, RJ, Theatro Municipal do Rio de Janeiro
17, 18, 19 de julho – São José do Rio Preto, SP, Teatro Municipal Humberto Sinabaldi
25 e 26 de julho – Fortaleza, CE, Theatro José de Alencar
3 de agosto – Salvador, BA, Teatro Castro Alves

Across muitos ocorridos…

Taisa Lira | Filmes | Sábado, 28 Junho 2008

Perdoem-me o desleixo em não postar aqui! Mas o motivo foi coerente: Final de semestre na faculdade somado a um ultra-jaspion-vírus destruidor e um computador quase duas semanas no conserto. Triste não?

Enfim estou de volta! Com a mente borbulhando de coisas legais, não tão legais, hiper legais e começando por uma que eu classifico como ‘um bom conselho’: Não percam o seu precioso tempo pingando de locadora em locadora durante um mês atrás de um filme nomeado “Across The Universe” porque será provavelmente a maior perda de tempo do universo.

O filme que veio com uma intenção maravilhosa, mas com um resultado catastrófico, fez-me apaixonar por seu muito bem ‘encaixado’ trailer. “Meu Deus! É um musical com só, somente, só canções do Beatles!”. Eu pirei. Adoro musicais! E na hora de assistir a animação não foi tanta.

Começou legal, com “Girl”. Os dois mundos: o inferninho britânico e a brilhantina americana. Mas depois, eu não acreditava… O que era aquilo? Porque tantos agudos? Porque tantas coreografias? Por que tão artificial? Porque quando o cara se atira na pista de boliche todo mundo se atira junto? Porque aquele padre gira tanto na sala das enfermeiras? Porque tudo tão junto? Tão coreografado? Tão High School Musical??

Nada contra a novelinha da Disney, que pelo menos acerta no público alvo a que foi designado. Confesso ter me deixado levar em algumas canções. Da metade pra frente, o filme não fica tão terrível como me parecia. Mas você já está tão saturado quanto a fotografia do filme. Cansado da ladainha. Comecei a gostar de I Want You (She’s So Heavy), mas novamente as coreografias exageram na dose. Fica um polegar positivo para “Strawberry Fields Forever” as cenas da guerra do Vietnã e a revolta da personagem Jude se encaixam perfeitamente, que por fim lhe remetem a imagem da adolescente fugindo da bomba de Napalm. – Sobre águas acinzentadas e maquiagem sinistra lembrando propositalmente o Butô.

Across The Universe

O que é “Across The Universe”? Pra mim não passou de uma Orgia Coreografada. Personagens superficiais em conjunto. E tudo o que tinham pra dar certo com os figurinos, com a fotografia, com os efeitos, com a temática e toda aquela psycodelia, veio por água a baixo. Parecia uma tentativa forçada de conscientização. Pra mim não colou, não deu. Serviu só pra dar risada e pra ficar com “Hey Jude” martelando na cabeça durante semanas.

Convenhamos que nisso até que foi legal. Tirei o ‘Let it Be’ da gaveta do meu pai esses dias. Tinha me esquecido o quanto “The Long and Winding Road” é linda…

Nostalgia e ponto

Taisa Lira | Follow Me! | Quarta-feira, 28 Maio 2008

Se você quer algo, se você quer realmente algo, você faz e acontece e ponto. Tive um dos feriados mais atribulados da minha vida. Não descansei um segundo… mas não reclamo, nem por isso o meu feriado foi ruim! Confesso não estar tendo uma semana fácil, por conseqüência do mesmo… Ai que falta me faz uma boa noite de sono, sem hora pra acordar!

Mas aconteceram coisas importantes. Fui premiada a fazer trabalhinhos (lhões) de faculdade que só me tiraram as minhas manhãs ensolaradas, por madrugadas na frente de um computador.

Só posso dizer que o clima nostálgico me salvou. Reencontrei amigos da escola, para uma churrascada bimestral, como ficou combinado daqui pra frente. E chacoalhando os pezinhos na piscina, conversamos sobre o rumo que cada um estava tomando e relembrando os bons momentos (e idiotas) que passamos juntos.

Seguido de um lual com pessoas que eu nunca vi na minha vida! Mas eu pude desfrutar de uma coisa que não se vê muito hoje, não com tanto respeito e tanta afinidade: pessoas totalmente desconhecidas conversando cantando numa paz, num entrosamento nato e num sereno abençoado! (Se não fosse a dor de garganta que eu ganhei com ele.)

Pausa. Respiro fundo. Fui ver Indiana Jones com minha família, e estou decepcionada com Steven Spielberg que tentou fazer uma colagem das melhores e impossíveis coisas que o Indy saberia e poderia fazer, bateu num liquidificador mais suas teorias de vida em outro planeta e o resultado foi um exagero de informação, amenizado por efeitos especiais lindos (nisso ele nunca erra) mas que me deram embrulho se não fossem Harrison Ford e Cate Blanchett pra me prender ali.

Por fim um show que eu estava com um aperto no coração de tanta saudade! A trupe do Teatro Mágico se apresentou aqui em Santos no sábado com o pré-lançamento do segundo trabalho, o 2° Ato. Regado de músicas agora muito mais fortes! É arte a flor da pele! Fui em companhia de uma grande e melhor amiga, e quando ele tocou uma certa música, foi inevitável segurar a mão dela forte e mesmo rouca e doente ter forças pra dizer “faz da lágrima o sangue que te deixa de pé”.

E foi a nostalgia o meu melhor remédio
Não melhorei da dor de garganta, nem da pilha que estou por causa do final do bimestre.
Mas quanto mais a gente vive, mais a gente aprender

E reviver, nos faz abrir tanto os olhos pra oque está bem diante no nosso nariz…

 

Amy wtf Winehouse?

Taisa Lira | Música | Domingo, 18 Maio 2008

Caricatura Amy Winehouse por Taisa Lira

Seguido de caricatura de minha autoria, marcando presença nos tablóides de fofoca, Amy Winehouse, se livrou essa semana de um processo sobre um suposto vídeo onde ela estaria fumando crack. A nota foi de que “uma mulher muito parecida com Amy” seria a tal protagonista do vídeo. Mas para qualquer um em sã consciência, é notável o quanto a moça tem definhado. A vida pessoal já destoa da profissional: Amy perdeu o contrato para gravar a trilha sonora do próximo James Bond por sua irresponsabilidade.
Essa semana o Daily Mail liberou algumas fotos assustadoras. Amy está com a saúde comprometida se não mudar logo…

Amy Winehouse

Triste Amy…
Outro grande talento desperdiçado? Não pode ser…

It’s only Rock’n'Roll

Taisa Lira | Curiosidades | Quarta-feira, 14 Maio 2008

Mais do que uma divertida brincadeira, uma verdadeira arte!

A agência de Publicidade Officecomm, personalizou alguns artistas brazucas em ícones da rock num ensaio fotográfico. Aqui eu posto os meus favoritos:

Cauã Reymond
Courtney Love (Cauã Reymond)

Fábio Assunção e Marcelo Novaes
Gene Simons (Fábio Assunção) e David Bowie (Marcelo Novaes),

Sérgio Abreu
Jim Morrison (Sérgio Abreu)

Jonathan Haagensen
Jimmy Hendrix (Jonathan Haagensen)

 

D-e-m-a-i-s!